PARADEIRO DAS ESCULTURAS DE TCHIBINDA ILUNGA É ESCLARECIDO POR ESPECIALISTA
ESCULTURAS DE TCHIBINDA
A Academia Angolana de Letras promoveu, no passado dia 22 de janeiro, uma conversa sobre as esculturas representando Tchibinda Ilunga, quando surgiram dúvidas sobre a interpretação dos estudos realizados pela especialista belga Marie-Louise Bastin. Com o objectivo de esclarecer a questão, torna-se pertinente detalhar a relação da investigadora com estas obras emblemáticas da escultura angolana.
Marie-Louise Bastin, reconhecida por sua actuação na análise da arte africana, estudou dez exemplares de Tchibinda Ilunga, identificando elementos de grande relevância histórica, estética e cultural. Segundo especialistas, estas peças não apenas representam uma figura icónica da história angolana, mas também reflectem tradições, simbolismos e valores artísticos que marcaram a produção escultórica do país.
“O estudo de Bastin permite compreender melhor a complexidade e a riqueza cultural das esculturas de Tchibinda Ilunga, contextualizando-as dentro do património artístico angolano e da projecção internacional da nossa arte”, afirmou um membro da Academia Angolana de Letras.
As esculturas analisadas destacam-se por traços únicos e técnicas tradicionais que revelam a identidade cultural de Angola, sendo também objecto de reconhecimento em estudos internacionais sobre arte africana. A investigação da especialista belga contribui para reforçar a preservação e valorização dessas obras, oferecendo novas perspectivas sobre a sua interpretação e significado.
A iniciativa da Academia visa, além de esclarecer o público, incentivar debates e estudos contínuos sobre o património artístico angolano, promovendo maior conhecimento sobre figuras históricas como Tchibinda Ilunga e as manifestações culturais associadas à sua representação.




