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ESCOLA DE DANÇA TRADICIONAL SERÁ CRIADA EM MBANZA KONGO

 ESCOLA DE DANÇA TRADICIONAL SERÁ CRIADA EM MBANZA KONGO

Escola de Dança Tradicional e um centro para interpretação da cultura Kongo

O Centro Histórico de Mbanza Kongo prevê criar uma Escola de Dança Tradicional e um centro para interpretação da cultura Kongo, no quadro da conservação do estatuto de Património Mundial da Humanidade daquela cidade.

A informação foi avançada, em Mbanza Kongo, pelo director do Centro Histórico de Mbanza Kongo, Biluka Nsakala Nsenga, após dois dias de trabalhos de reavaliação do primeiro Plano de Gestão que contaram com a presença de técnicos do Ministério da Cultura e Turismo.

“Entre as novas acções, estamos a prever a criação de uma escola de dança, um centro da Interpretação da Cultura Kongo e várias outras iniciativas que, de uma ou de outra forma, podem contribuir para a conservação que se pretende”, avançou.

De acordo com Biluka Nsakala Nsenga, os trabalhos de reavaliação do Plano de Gestão do Centro Histórico de Mbanza Kongo, aprovado pela UNESCO, em 2017, no quadro da elevação da região à categoria de Património Mundial da Humanidade, tem como objectivo a sua actualização, na medida em que o mesmo após a vigência de cinco anos expirou, bem como o enquadramento de novas acções.

“O primeiro plano já expirou, porque tem um período de cinco anos, então enquanto Centro Histórico de Mbanza Kongo e o Ministério da Cultura e Turismo achamos por melhor actualizar o antigo Plano que vai servir para conservação, valorização e protecção do Património Mundial”, acrescentou.

Segundo aquele especialista, da reavaliação feita nas 120 páginas do Primeiro Plano de Gestão do Património, houve a necessidade de incluir novas acções, entre as quais a criação de uma escola de dança e de um centro que vai versar na interpretação da cultura Kongo, cuja data não avançou.

“Aquando da elaboração do primeiro Plano de Gestão não foram tidos em conta certos atributos, tais como a dança, interpretação da cultura e não só, situações que foram analisadas depois das formações permanentes que têm sido promovidas, semestralmente pela UNESCO, para melhor conservação do Património Mundial”, acrescentou.

A reavaliação que está sendo feita, avançou, cujos resultados vão ser submetidos às instância superiores para devida análise e aprovação teve em conta, também, a necessidade do resgate dos provérbios e, posteriormente , ensinar à nova geração para sua perpetuação.

“Há coisas que estão a desaparecer, por exemplo, os provérbios já não são de uso frequente no seio das famílias, mesmo no Lumbu (Tribunal Tradicional), pelo que se sugere a realizações de sessões para o ensino e aprendizagem do porquê dos provérbios e do seu uso pelos antepassados. Os nossos teatros, também, vamos ensinar a nova geração, mas tem de ser bem articulado, de maneira que, o Lumbu possa jogar esse papel para transmitir aqueles conhecimentos antigos aos mais novos”, acrescentou.

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