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TRÊS ARTISTAS ANGOLANOS NOMEADOS PARA O AFRIMA

Pérola, Matias Damásio e C4 Pedro são os três artistas angolanos nomeados para a edição 2022 do All Africa Music Awards (Afrima), cuja relação foi tornada pública na quarta-feira, pelo Comité Executivo Internacional, em parceria com a Comissão da União Africana.

Matias Damásio, com a música “Como Antes”, concorre na categoria de Melhor Compositor do Ano, a cantora Pérola, com a música “Sincera”, está na disputa da categoria de Melhor Artista Feminina, enquanto C4 Pedro, com “Posa” e “Está Tudo Bem”, aparece em duas categorias, de Produtor do Ano e Melhor Artista, Duo ou Grupo, respectivamente.

O concurso cuja votação pública começou neste domingo, está dividido em 39 categorias e cinco regiões do continente e a diáspora africana, é maioritariamente preenchido por artistas da Nigéria e da África do Sul, cujas industrias culturais estão em crescente expansão.

A cerimónia de premiação realiza-se de 8 a 11 de Dezembro deste ano. Segundo o Comité Executivo Internacional, foram registados um total de 9.067 inscrições, a maior já assinalada desde a criação do prémio. Este ano, na liderança das nomeações, em base regional, está a região da África Ocidental com a nomeação de 134, o que representa 35%; enquanto África Oriental segue perto com 69 nomeações, representando 18%; a região da África Austral corre de perto com 68 nomeação, representando 17,8%; a África Central puxa o seu peso com 52 nomeações, representando 13,6%; enquanto a região norte-africana segue de perto com 49 nomeações, representando 12,8%.

O programa que obedece a quatro eventos, está em consonância com a Agenda UA 2063, que descreve a Aspiração 05 como o desenvolvimento do sector de artes e cultura, incluindo suas indústrias culturais e criativas, para impulsionar o desenvolvimento da economia africana.

Este ano, domina a lista com mais indicações, o músico sul-africano Costa Titch, com seis indicações para o seu sucesso de 2021, “Big Flexa”, em “Canção do Ano”, “Artista Revelação do Ano”, “Melhor Colaboração Africana”, “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Electro Africano” e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Uso da Dança Africana/Coreografia”.

O maestro congolês Dadju, também empata com seis indicações, em “Melhor Homem da África Central”, “Artista do Ano”, “Melhor Acto Africano na Diáspora”, “Álbum do Ano”, “Música do Ano”, e “Melhor Trilha Sonora em Filme, Série ou Documentário”.

Mais uma vez empatado, com cinco nomeações, está o Disc Jockey argelino e produtor musical, em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”, “Canção do Ano”, “Melhor DJ africano”, “Melhor Ato Africano na diáspora”,  e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Electro Africano”.

Além disso, o terceiro maior ranking é outro cantor argelino, Soolking, com cinco indicações em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”, “Canção do Ano”,  “Álbum do Ano”, “Melhor Vídeo”, e “Melhor Ato Africano na Diáspora”.

Por fim, fechado o empate dos artistas com a terceira maior nomeação está o rapper egípcio e produtor musical Wegz com cinco indicações em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”, “Canção do Ano”, “Produtor do Ano”, “Artista de Ano”, e “Melhor Artista, Duo ou Grupo na África Contemporânea”.

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